Bem, estava numa papelaria e reparei num titulo de um jornal. Fiquei bastante surpreendido quando me apercebi que a história da Madeleine Mccann ainda vende.
Supostamente há uma nova pista nos Estados Unidos que enchem os pais de esperança.
Eu cá tenho a minha opinião sobre o desaparecimento da menina, e certamente não serei o único a apoiá-la, mas como é uma versão da história que envolve uma participação dos pais de Maddie de uma forma não muito correcta, prefiro fingir que acredito nas sinceras lágrimas da mãe dela que a memória não me ajuda a lembrar o nome (afinal de contas isto já é uma epopeia, quase) e pensar que realmente todas as pessoas do Mundo são decentes e correctas. Mas isto é apenas uma ingenuidade induzida propositadamente para que não tenha que escrever de uma maneira menos simpática a minha verdadeira opinião.
Mas para satisfazer curiosidades, o que realmente aconteceu é bastante óbvio: extraterrestres. São uns malucos esses tipos intergalácticos.
Estava com uma ideia de construir aqui uma timeline estilo CSI e tentar encaixar o rapto extraterrestre, mas enfim, mais uma vez a memória falha, já nem me lembro quanto dinheiro é que os pais desesperados de Madeleine ganharam com esta brincadeira toda. Mas isso não interessa, vão ter de arranjar ainda muito mais dinheiro se quiserem ir lá ao planeta dos aliens com uma nave espacial. São coisas muito caras.
Enfim, como não acompanhei isto como deve ser, sempre achei uma hipocrisia brutal darem tanta atenção a um caso especifico quando há coisas bem piores por resolver e não recebem mediatismo quase nenhum, fico-me por aqui, que também não gosto de falar à toa.
sexta-feira, 30 de julho de 2010
sábado, 3 de julho de 2010
Emos
Bem, eu tenho aqui uma pergunta, talvez alguém me possa esclarecer.
A situação é a seguinte: os jovens adolescentes começam a fumar e até a consumir drogas para enfim, mostrarem de certa forma a sua "forte atitude e maturidade" e também porque corre a ideia que aquilo até dá estilo (a culpa é do Marlboro Man, se aquele anúncio nunca tivesse saído cá para fora, fumar com filtro era para meninas apenas).
Parece-me aqui que há uma estreita ligação entre uma ideia de maturidade e aquilo que se faz voluntariamente para prejudicar a saúde. Ou seja, é mais "crescido" e mais "cool" aquele que for mais hardcore nas práticas que não são lá muito saudáveis.
Mas agora repare-se, os emos, aqueles que cortam os pulsos porque não sei bem porquê (mas certamente haverá uma razão lógica, caso contrário seria apenas um hobby bastante esquisito) são frequentemente considerados como uns maricas que não aguentam o mínimo problema existencial.
Calma lá, então aqueles que cortam os pulsos e arriscam-se até a morrer se forem já uns profissionais na prática são maricas enquanto uns que fumam cigarros são mesmo patrões?
Juro que não entendo.
A situação é a seguinte: os jovens adolescentes começam a fumar e até a consumir drogas para enfim, mostrarem de certa forma a sua "forte atitude e maturidade" e também porque corre a ideia que aquilo até dá estilo (a culpa é do Marlboro Man, se aquele anúncio nunca tivesse saído cá para fora, fumar com filtro era para meninas apenas).
Parece-me aqui que há uma estreita ligação entre uma ideia de maturidade e aquilo que se faz voluntariamente para prejudicar a saúde. Ou seja, é mais "crescido" e mais "cool" aquele que for mais hardcore nas práticas que não são lá muito saudáveis.
Mas agora repare-se, os emos, aqueles que cortam os pulsos porque não sei bem porquê (mas certamente haverá uma razão lógica, caso contrário seria apenas um hobby bastante esquisito) são frequentemente considerados como uns maricas que não aguentam o mínimo problema existencial.
Calma lá, então aqueles que cortam os pulsos e arriscam-se até a morrer se forem já uns profissionais na prática são maricas enquanto uns que fumam cigarros são mesmo patrões?
Juro que não entendo.
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